Cravo e Canela

domingo, 21 de agosto de 2011

No salto




Eu me permito passar por certas situações. Todo mundo deveria ter essa vontade. Eu passo por algumas porque quero, vou consciente; De cara limpa. Nessa vida a única coisa que me mete medo é morrer sem ver meus filhos crescidos e encaminhados, o resto?... Bah!

Eu tenho alguns preceitos que adquiri levando porrada. É aquela velha frase: "Se não vier por amor vai aparecer pela dor" e como a dor não atrai nenhum `pouquim´ fico sempre alerta para não cometer algo que na minha visão seja errado. Não vou pela cabeça de ninguém, mas sempre solicito opiniões quando não estou segura.
A parada é a seguinte: você acha que sou obrigada a ser amiga de alguém? Se a resposta for negativa, então, vamos aos meus pensamentos.
Eu sempre tiver liberdade para fazer minhas escolhas fossem elas certas ou erradas. Nas escolhas que fiz na vida acertei mais que errei. Na convivência com meus amigos todos sabem como funciono. Não gosto de grude, mas quero cuidado e sou parceira. Não sou de perguntar sobre assuntos que não me desrespeitam. Sempre deixo meus amigos à vontade para quererem falar ou não. Sou amiga até embaixo d'água e olhe que não sei nadar MASSSSSSSS, quando certas pessoas não me fazem bem viro uma outra Gabriela. Fico sarcástica, irônica e desço do salto rapidinho, mas não encosto o dedo. Não me sujo com pouca coisa. 



O preâmbulo é para comentar um episódio - "Qualquer semelhança com a vida real, pode ser mera coincidência... ou não".



Estava eu bem sentada quando aproxima-se um ser humano que já tinha ouvido falar, mas pouco me interessou porque sou na minha e não fico fusando a vida de seu ninguém a não ser que queira causar mal aos meus filhos. Pois bem, a sujeita estende a mão. Eu senti pelo susto. Ora, você sentada prestando atenção na música e é surpreendida por uma voz meio tremula que aparece do nada e estende a mão para apresentar-se e ainda tem a audácia de achar que vou responder. Qual é? Vem cá, eu te conheço? 
Não estendi a minha mão e só olhei para confirmar a cara lisa. 

Preste atenção: Só falo com quem quero e quando quero. Para entrar no meu rol de amizades é difícil. Não tenho preconceitos, no entanto, tenho cuidado no escolher. Você DONA, jamais fará parte do meu ciclo de amizades e não terá o prazer de apertar minha mão, NUNQUINHA. Não sou melhor e nem pior mas,  faço minhas escolhas porque existe algo chamado livre arbítrio, conhece? Não insista. Aqui é outro nível, NO ENTANTO, sei ser elegantemente mordaz quando alguém é do seu naipe e quero acreditar que você já esteja no seu devido lugar, não queira submeter-se a situações constrangedoras. As pessoas precisam aprender com os erros e dar continuidade na vida sem culpar terceiros. Não faço média com ninguém. Nunca fiz! Não sei ser hipócrita e costumo dizer que a hipocrisia são para os fracos, não me cabe. Se ponha no seu lugar e bem longe de mim. Não venha com blá blá blá. Repito, aqui o nível é outro e o buraco não é embaixo e no meio, porque eu nunca baixo a cabeça, mas caso seja difícil entender posso providenciar um desenho. Dizem que algumas pessoas não conseguem ler e entender, precisam ver para crer. 

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